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sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

O vídeo com fotos do lançamento



em fundo Special - New Order... por tudo e mais alguma coisa a minha música favorita!

domingo, 8 de julho de 2007

A minha apresentação:

Boa noite!

Obrigado pela vossa presença, são momentos como este que me fazem acreditar sem reservas num futuro feliz, de objectivos simples, rodeado de vida e paixão.


Desde sempre que gosto de escrever, fazendo-o sobretudo através da música. Foi através dela que a minha poesia começou a fluir, foi nas viagens pelo interior de algumas melodias de encanto ou desespero que muito do que já escrevi, nasceu. E continua a ser forte influência.


Nas experiências profissionais que já tive ao longo dos anos, absorvi, o melhor que pude e consegui, mesmo que nem sempre tenham sido as melhores ou as desejadas.

Algo que me tem caracterizado é a diversidade, aquilo a que chamam polivalência. Mas nas viagens pela minha terra de sonho e amizade aprendi a gostar de algumas pessoas que pelo seu carácter, pela vida que delas transborda se tornaram um exemplo que tento sempre pôr em prática. Escrever é a melhor forma que encontro para o exprimir.

O medo do dia seguinte não é mais do que a concretização dos sonhos que nos habitam, da vontade decisiva de viver o mais possível, não vá o amanhã nunca chegar.

Este livro sou eu e aquilo que eu sou ou então apenas uma forma de exorcizar fantasmas decorrentes.

«Nunca nada há-de provocar a abdicação da alma, mesmo desencorajada,
o corpo nunca se há-de sobrepor à superior condição do espírito»

As pessoas a quem dedico este livro são as que me trouxeram uma noção de grandeza ao mundo, ao presente, quem sabe ao futuro:

A minha avó Bárbara com quem passei uma parte importante da infância, dos afectos, do amor que ficou para sempre. Ainda hoje mais de 20 anos após o seu desaparecimento sinto a força do seu amor.

Aos meus pais, por serem pessoas simples, de afectos, por vezes exaltados e incompreendidos mas que me deram um real e sincero sentido de justiça, como se o mais importante fosse, e é mesmo, a verdade dos factos, a solidariedade.

A minha irmã por ter sido a minha confidente, mesmo que muitas vezes à distância de 5.000 km, foram inúmeras as cartas que lhe escrevi na adolescência.

Por fim a Sónia, a mulher maravilhosa que me ensinou o sentido de dignidade perante a vida, que com o seu sentido de justiça, lealdade, amor sem limites pelo próximo, mas real, profundo, sincero, afinal o que me importa e tão arredio anda das pessoas nos dias de hoje..

Nos meus tempos de criança, início da adolescência, lia muito, devorando os livros de aventura e de vida de Jack London, encantava-me com as prosas aterradoras dos castelos assombrados, dos Holocaustos negados. Deixei enfeitiçar-me pelas histórias da Bíblia, eu que nunca fui propriamente um devoto.

Ainda hoje quando visito o sótão da casa dos meus pais vou à procura daquelas edições raras, preciosas que nunca mais vou esquecer




Mais uma vez Obrigado por estarem aqui comigo!

Aos amigos aqui presentes, pela paciência, pelo incentivo para que este dia fosse possível.

À Ana Paula Roque pela consciência que me fez tomar da minha poesia. Pela capa do livro, por toda a força que só uma amiga a sério sabe dar.

Aos meus amigos instrutores de condução, sem mudanças bruscas de direcção ou travões a fundo.

Aos meus amigos bancários cujo objectivo a cumprir hoje e sempre é serem felizes!

À minha tia Ana, senhora de muitos afectos, cujo brilho e serenidade, respeito e dedicação desde sempre me encantaram.

À Fátima de São Paulo, brasileira, filha de portugueses que desde há dois anos tem vindo a acompanhar a minha evolução enquanto poeta.

Daqui o meu profundo e emocionado obrigado pela doçura de mulher que é, acreditando mais do que eu até que este dia seria uma realidade. Foi através dela que conheci o Orkut.

O Orkut é um espaço na Internet onde interagem muitos milhões, algumas bem importantes para mim.

Beijos e muitos abraços para os meus amigos orkutianos, para a Luiza, Rosarinho, Marta, Rachel, Flor, desculpem-me não dizer o nome de todos porque ainda ficam alguns por lembrar.

O meu obrigado pela mensagem de vídeo enviada pelo amigo Luiz Boudakian de São Paulo. É um homem que luta contra graves problemas de saúde. Tem um projecto na Net chamado: www.aprendendoaviver.com.br e que vos convido a visitar, a divulgar, e mesmo a ajudar.




Por fim, quero agradecer

ao Emanuel Vitorino da Magna Editora pela divulgação de novos autores, pela coragem de inovar numa terra de tradições. Obrigado Emanuel!


Á Sónia e à Isabel duas vozes maravilhosas que vão ler os poemas

Obrigado a todos

Hoje estou em família, é assim que me sinto!

Beijos e abraços para todos!

Obrigado!


Comentários que mencionam as fotos que vou repôr com o vídeo que fiz no youtube!:

2 abraços:

Anónimo disse...

Porque tudo te pede a escrita,por isso te dás desta forma, aqui e em todos os lugares!!
Felizes, nós, que podemos usufruir desse teu caudal de beleza.
Abraço
Domingo, Março 04, 2007


joão jacinto & poemas disse...

Parabéns!
As fotos estão óptimas; que retratem o teu sucesso!

Abraços,

joão jacinto
Terça-feira, Março 13, 2007

Apresentação d'O Medo do Dia Seguinte 03-03-2007

Por essa Mulher maravilhosa de quem tenho a honra, o privilégio de ser amigo, chamada Sónia Gonçalves:


«Estou aqui, como amiga, no concretizar de um objectivo de vida, porque o Manuel Marques que conheço, desde sempre sonhou com este dia, com esta pequena vitória, e ele merece-a!

O estilo do Manuel não é definido, não é apenas um, apesar de único.
Não deixa de ser surpreendente a facilidade com que escreve seja acerca do que for, de como pega nas palavras isoladas e com elas constrói castelos de fantasia, de amor, mas também desencanto, realismo e muito humanismo.

Não me cabe a mim contar a história as as histórias do escritor, pois apesar do que nos é contado, coisas há que deve ser o próprio a contar. O que aqui deixo é apenas uma pequena reflexão sobre um homem e os seus pensamentos sobre o que o rodeia.

Sobre um amigo, pela autenticidade de quem é, como é, com todos os seus defeitos e virtudes, e que não espera que o aceitem de outra forma senão dessa, sem condições.

Alguém que não se conforma com o egoísmo, a passividade ou a indiferença de uma sociedade que cada vez menos parece importar-se consigo própria e no entanto consegue adaptar-se às suas idiossincrasias com maior ou menor dificuldade.

De quem procura, a custo, o seu caminho e a sua voz no mundo e que entende, que por vezes, não se vai a lado algum quando se vive depressa demais...

As palavras falam do que ficou por fazer, desejar, sonhar e sentir.
Do que ainda há por descobrir e partilhar, do caminho ainda longo a percorrer. Do que falta para amar, as coisas, as pessoas e a própria vida...

São a expressão de quem vê e sente o que as coisas são e não o que deviam ser ou o que devíamos ver e sentir, e que nos fazem parar para pensar, sobre o que somos, de onde viemos e para onde vamos...

Como já referi, estou aqui como Amiga e como leitora do Manuel Marques, para apresentá-lo também como poeta para que o vejam como eu o vejo, como um escritor de muitas qualidades, homem amigo e leal, que merece o nosso apoio e atenção.

É um homem irreverente, simples, directo, impulsivo, que precisa das relações humanas para que a sua poesia flua, para que consiga pôr ordem nos impulsos fervorosos que lhe invadem o espírito.

Não se deixem enganar pela sua aparência calma, por dentro fervilha de emoções, de uma vontade de fazer o mundo à sua imagem, à sua maneira, e a sua maneira tem sido a poesia.

Escreve para exorcizar os fantasmas, em cada poema há um pouco da sua alma gravada a ferro e fogo, é genuíno, mas também inconstante, e isso é assim porque tem uma ânsia, por vezes brutal, de mudança, de novos horizontes, de novas metas para atingir, como se parar fosse morrer!

Os poemas que estão n'O Medo do Dia Seguinte são os de um homem amadurecido, mesmo os mais intimistas, os mais pessoais, são os poemas de alguém que encontrou um caminho e está disposto a segui-lo custe o que custar, mas sempre com respeito pelo próximo.

São poemas de um homem da cidade, de amor e de dor, de um homem que tanto escreve poesia como já deu aulas de condução ou trabalha num Banco, com a dedicação a que as pessoas que o rodeiam têm direito.

Os seus textos são directos, por vezes sarcásticos, por vezes de um amor deslumbrante, por vezes puro desencanto.

Neste pequeno livro estão grandes pedaços daquilo que é a poesia do Manuel, um homem sem medo, que vive na ânsia infinita de concretizar a vida não vá algum vendaval chegar e levá-lo sem ele ter vivido certo instante.

São poemas de um homem que ama o seu semelhante, e para quem a Poesia é imprescindível na sua vida. Não imagino o Manuel Marques sem as suas letras, as suas canetas, os seus pequenos livros, onde escreve, onde solta a sua alma, para nosso prazer!

Esta poesia é directa ao coração, um convite às emoções, à paixão pelo ser humano e pelas relações nem sempre cordiais entre homens e mulheres. Pode por vezes causar confusão a dedicação a certas causas, não se deixem enganar, ele apenas escreve o que sente no momento em que escreve, apenas imprime sentimentos, apenas se deixa envolver pelas memórias, pelas pessoas que o rodeiam, pelo que lhe fazem, pelo que lhe acontece.

Aos leitores d'O Medo do Dia Seguinte cabe comprovar o talento emergente do Manuel Marques.

Entre a realidade que nos rodeia, os amores e desamores, os encontros e desencontros, encanta-me este brilho que o Manuel Marques deixa sair da sua alma, para nos deleitar com a sua poesia, agora e para sempre.»